quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sol


O Sol...
Dentre as nuvens mais longinquas, seja qualquer horario diurno que possa ser observado, inevitavel será tentar evitar o reflexo dos raios vindos dele em sua direção, independente da estação do ano, seja nas flores risonhas da primavera, nas folhas envelhecidas do outono, nas gotas de sereno do inverno ou sorridente e em paz a cada novo verão que surge, ano após ano...
se o Sol se fosse, provavel o seu dia ser, além de, obviamente mais escuro, mas sem se tratar apenas de falta de luminosidade, e sim de luz que alimenta a alma, que gera a alegria, o sorriso, o viver, o estar e o sentir, e é nisso que se baseiam os raios de sol que descem até você e eu...
doura minha pele, embeleza meu horizonte, me desperta toda manhã, me mostra que sou um ser qualquer, igual a todos os outros pelo fato de sentir o que chamam de calor, o calor nada mais é que uma aproximação a mais dele, como se fosse um abraço, e isso não se deve deixar ao relento...
jamais quero que ele se apague, deixe de me seguir, cesse qualquer forma de contato, queria nos dias tristes e cinzas, poder abrir um caminho nas nuvens só pra ele respirar, e daquele feixe de luz, talhar o sorriso no rosto de cada um de nós...
o Sol me fez e faz sentir vivo, impõe um brilho no meu caminho, deixa a linha menos tortuosa, não me dá todas as respostas, mas faz o suficiente pra que eu saiba dissociar entra a brisa de um vendaval e o vento de um temporal, afinal, se ele indica um caminho lá de cima, sorrindo, será por ele que eu irei seguindo.

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