Amor verdadeiro exige entrega, pois é necessário acreditar na capacidade de amar e se fazer amado. Acreditar que todas as imperfeições do ser amado não são capazes de eliminar suas virtudes, e de que essa magia pode e deve ser reacesa várias vezes ao longo do caminho em que andarão juntos.
É por isso que paixão não é amor, sequer necessariamente uma das suas fases, pois poucas vezes torna-se amor verdadeiro. Paixão arrebata e inquieta, a ponto de causar dor, destruição.
Amor é prestar atenção no ser amado, valorizar, respeitar e, sobretudo, acreditar nele. A isso dá-se o nome de parceria. A rotina deve fornecer para os que se amam a incrível habilidade de perceber uma luz diferente no olhar, um pedido de socorro, o tédio, a prudência de que a insistência vai levar ao esgotamento.
Ninguém quer um enredo de novela, pois as personagens sofrem demais, suspiram demais e a trama dá tantos sobressaltos, que poucos corações aguentariam. No fundo, o coração quer porto seguro, exclusividade, a certeza de que tudo pode dar errado lá fora, mas o companheiro de vida está lá, de braços abertos no silêncio alentador. A certeza de que, se escolheu a postura errada, primeiro vem o afago, depois a sabedoria e jamais o dedo em riste. A paz está no beijo que cerra as pálpebras do dia estafante, das dores e decepções. E o pacto de que, juntos, farão diferente, e sempre melhor.
É inestimável a paz de espírito, que somente se obtém diante do amor verdadeiro. Não há ninguém, maledicência ou rotina que enfraqueçam um amor assim. Pois já não se ama a emoção, o arrebatamento, nem a intensidade; ama-se a ternura do estar a dois, ou a três, quatro, quando este nos brindar com filhos.
É por isso que paixão não é amor, sequer necessariamente uma das suas fases, pois poucas vezes torna-se amor verdadeiro. Paixão arrebata e inquieta, a ponto de causar dor, destruição.
Amor é prestar atenção no ser amado, valorizar, respeitar e, sobretudo, acreditar nele. A isso dá-se o nome de parceria. A rotina deve fornecer para os que se amam a incrível habilidade de perceber uma luz diferente no olhar, um pedido de socorro, o tédio, a prudência de que a insistência vai levar ao esgotamento.
Ninguém quer um enredo de novela, pois as personagens sofrem demais, suspiram demais e a trama dá tantos sobressaltos, que poucos corações aguentariam. No fundo, o coração quer porto seguro, exclusividade, a certeza de que tudo pode dar errado lá fora, mas o companheiro de vida está lá, de braços abertos no silêncio alentador. A certeza de que, se escolheu a postura errada, primeiro vem o afago, depois a sabedoria e jamais o dedo em riste. A paz está no beijo que cerra as pálpebras do dia estafante, das dores e decepções. E o pacto de que, juntos, farão diferente, e sempre melhor.
É inestimável a paz de espírito, que somente se obtém diante do amor verdadeiro. Não há ninguém, maledicência ou rotina que enfraqueçam um amor assim. Pois já não se ama a emoção, o arrebatamento, nem a intensidade; ama-se a ternura do estar a dois, ou a três, quatro, quando este nos brindar com filhos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário